Estive HOJE numa rica universidade particular da capital, para uma consulta de rotina, a uma endocrinologista; fiquei perto de uma borboleta (catraca), por onde entravam os futuros médicos, para um elevador de acesso a um conjunto de salas. Os homens, desajeitados, calados, fechadões; as meninas, pareciam uma fila de Marinas Rui Barbosa, branquinhas e também emudecidas. Esperei desejos de "Bom dia!" e nada. Fiquei meio desapontado e triste ao ver aquilo. É aquele povo que vai cuidar de pobres, desempregados, leprosos, feridentos, etc? Sei que a conclusão é apressada, mas que deu tristeza, deu. Por fim, desejei um "Feliz dia!" a pelo menos uma meia dúzia deles... Foi meu protesto!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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Pauta do pai (orgulhoso), Rogério Cristino. Parabéns a ela, por tão relevante conquista. Viva!!
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