"A universidade não é o melhor lugar do mundo para se fazer amigos. Lugar de desfile de vaidades e de egoísmo; onde se acredita em mentes brilhantes e na meritocracia. (...). No fundo a solidão é uma realidade cada vez mais presente na rotina. Muitos de nós damos o sangue e não há reconhecimento. Com o tempo entendemos porque alguns se tornam apáticos ou reticentes. Caminho com minha solidão, faço o meu trabalho e volto pra minha família, lugar muito mais seguro e afetuoso!"
Rebeca Alcântara, professora da Unilab (Redenção)
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
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domingo, dezembro 04, 2016
FERRIRA GULLAR - II
Cantiga para não morrer
Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
PARTIDA
Foto: Camilla Maia, Agência O Globo
Morreu no Rio o poeta, tradutor, crítico de arte, biógrafo e ensaísta Ferreira Gullar. Ele tinha 86 anos.
ALÔ, COREAÚ!
Lembrei-me hoje de Antônio Conrado. Morava no Rabo da Gata. Trabalhava no DAER (hoje DER). Era sogro do Cordeiro sapateiro. Exímio contador de histórias!
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