Naquele tempo o chiqueiro ficava cheio de galos, galinhas e capotes, pra festa de chegada do novo rebento. A gente, que já era grandinho, fica por ali "corubijando" a comidinha especial, da mamãe. E de quando em vez, sobrava pra nós um pouco do pirão escaldado, do prato principal; vivia-se uns tempos não tão bons, então porque não aproveitar as oportunidades galináceas?
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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