"Há quem diga que os homens/ Nascem da terra barrenta/ Feito flores/ Os que nascem do crepúsculo vermelho/ Ao final do dia/ Feito dalvas estrelas// Ou até do óbvio parto dos mamíferos/ Depois daquela agonia, a qual/ Só as mulheres são capazes de suportar// (...)/ Mas o maior de todos os nascimentos/ Talvez não venha da terra/ Nem do céu/ E muito menos da terra/ Não há maior desabrochar/ E rasgar o véu da vida/ Senão o nascimento pela palavra. (...)."
(FRANCÉLIO FIGUEIREDO, poeta cearense de Tabuleiro do Norte)
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