"ATÉ LOGO, MESSIAS (PONTES)!
Aqueles amigos tristes e a família em pranto. Naquele caixão, meio abstração e partida, Messias inaugurava-se em um novo programa. Claro, vai defender a justiça, perseguir a igualdade, ser exatamente como sempre foi. Aonde quer que vá.
Mas, aquela bandeira com a face estilizada de Che e o restante das cores de Cuba em resistência, era o próprio retrato síntese da vida de um romântico rapaz latino-americano. Estava resumida uma vida que não parte com o corpo defunto.
Na verdade, ali estava a síntese de toda uma geração que quis – com riscos da própria vida – mostrar que era possível transformar sonho em esperança.
Vai em paz, companheiro!..."
(Dr. Antônio Mourão Cavalcante, antropólogo, médico e professor)
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11 de nov. de 2013
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