Nas cidades do Ceará, e até na periferia de Fortaleza, motoqueiros usam veículos sem o porte da CNH, sem capacete e até sem retrovisores; põem a família inteira em cima de uma moto e rumam pra banhos e localidades, andam pelas ruas, exibem o sinal de riqueza e prosperidade. Arriscam suas vidas e a dos outros. No caso das motos, no interior, há ainda a débil comparação destas com o cavalo. Deputados estaduais romantizam essa relação do homem com o motor. Isso deve dar bons votinhos. Mas, quando alguém morre e o sangue explode, nenhum deles vai à família, consolá-la! O "deixe a montaria do Seu Zé!" toma outro rumo. O vitimado, que morre logo ou lota o IJF e os hospitais regionais, deixa órfãos, dor e saudade. E as autoridades?
Está mais do que na hora de a sociedade reagir! Uma campanha nas câmaras municipais, rádios, redes sociais, sindicatos, comércios e igrejas seria de bom alvitre. Que tal?
UM ESPAÇO PARA LIVROS, CULTURA NORDESTINA E FÓRUM DA ZONA NORTE (CE). (85) 985863910 - coreausiara@yahoo.com.br
2 de jan. de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
32
COMPORTAMENTO - 2
Não brinco Carnaval, mas não me convide pra uma mesa, pra papear com alguém que condena a festa e faz um link dela, com coisas do demônio. O...
-
Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
-
O drama ueceano, já chegou à Assembleia, pelas mãos do deputado Heitor Ferrer. Se houve um concurso em 2022 e faltam 482 professores na Inst...
Nenhum comentário:
Postar um comentário