Dois causos araquenhenses:
1. O cidadão, que morava na região do Cigano, gostava de ir ao distrito de Araquém. Missa, bate-papo e bodegas na pauta. Quando cortava a velha carrocável rumo à "rua", na parte mais alta de um pequeno elevado, erguia o braço e bradava: - Lá vou, cachaça do Araquém!
2. No final da década de 50 teve uma seca violenta. O dinheiro era curto, curtíssimo. Faltava até pra malvada. Aí uma bodegueira resolver ajudar nosso personagem, dando-lhe umas bicadas. A cada gole ele se desmanchava em elogios à aguardente: - Fria! Doce! Especial! Assim, agradava também à dona do produto, claro!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
quinta-feira, maio 15, 2014
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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR
https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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