Ceninha de consultório médico: depois de olhar pra todo mundo, naquela espera sem fim, bati os outros numa linda mocinha morena. A mãe, branquinha, quase cochilava ao lado da filhota. A menininha tava lá, diligente, com DOIS celulares deitados no braço do sofá, num cutucado medonho. Palavras ninguém ouvia. O tempo passou, passou... Um nome se ouviu. Era a moça da recepção, chamando a criaturinha de belos (e verdes) anos. As duas sumiram por uma porta. Dúvida cruel: terão aquelas duas conversado algo com o médico?
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quarta-feira, julho 29, 2015
INCLUSÃO... SE FOSSE!
Ceninha de consultório médico: depois de olhar pra todo mundo, naquela espera sem fim, bati os outros numa linda mocinha morena. A mãe, branquinha, quase cochilava ao lado da filhota. A menininha tava lá, diligente, com DOIS celulares deitados no braço do sofá, num cutucado medonho. Palavras ninguém ouvia. O tempo passou, passou... Um nome se ouviu. Era a moça da recepção, chamando a criaturinha de belos (e verdes) anos. As duas sumiram por uma porta. Dúvida cruel: terão aquelas duas conversado algo com o médico?
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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR
https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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