Uma fonte da Brasília me narra algo interessante sobre os comboieiros da zona norte. Já ouvira falar de comboieiro destemido e forçudo que levantava cargas, apoiado um dos costados no próprio lombo do jegue ou burro, ou ainda com a ajuda de uma estaca. Já o relato que hoje ouvi dá conta de que alguns tropeiros carregavam pedaços de rapadura num saco. Quando um jegue deitava-se, por cansaço ou manha, recebia o reforço do doce regional. Após um tempo, com a ajuda providencial da macaca, o trabalhador via o animal levantar-se e partir, com mais sustância. Não duvido!
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domingo, outubro 11, 2015
DE LONGE!
Uma fonte da Brasília me narra algo interessante sobre os comboieiros da zona norte. Já ouvira falar de comboieiro destemido e forçudo que levantava cargas, apoiado um dos costados no próprio lombo do jegue ou burro, ou ainda com a ajuda de uma estaca. Já o relato que hoje ouvi dá conta de que alguns tropeiros carregavam pedaços de rapadura num saco. Quando um jegue deitava-se, por cansaço ou manha, recebia o reforço do doce regional. Após um tempo, com a ajuda providencial da macaca, o trabalhador via o animal levantar-se e partir, com mais sustância. Não duvido!
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Belíssimo texto (dá até pra guardar!) do ex-ministro, professor e jornalista Roberto Amaral: https://blogdoeliomar.com/as-forcas-do-atraso-n...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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