Conheci no interior um homem negro (e muito simples no trajar) que gostava muito de enterro. Ou era muito solidário. Em todo sepultamento da região, notadamente de pobre, lá estava ele. Parecia ter o mesmo jeito de quem pega o caixão pela alça, parecia ter a tortura das estradas e veredas ("O hábito do cachimbo faz a boca..."). Andava meio penso. Era seu jeito de dizer: - Vá indo. Depois me vou também!
Seu nome não sei. Também não ia fazer nenhuma diferença. Que ele esteja em paz com aqueles que um dia ele carregou pra "última morada".
UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
sábado, julho 02, 2016
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COISAS DO RÁDIO
Nas FMs, programas sobre músicas do passado, que ficaram na mente e nos coraçoes das pessoas. Daí os nomes das atrações (geralmente, noturna...
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