Quando menino ouvi muito: - Pinto e Victor foi o cão que pintou!
Era uma referência pejorativa às famílias entre as quais meu pai se incluía. Depois me vieram as minhas vistas e oiças os Teles Cabecinha, os Félix da puta, os Albuquerque de capoeira. Certos membros das famílias "ilustradas" procuravam afastar-se da caboqueira com esse tipo de atitude. Sem falar nos apelidos debochativos: macaco, peba, calango, camiranga,... Como se vê, a negação ao pobre, negro... vem de longe, muito longe. As campanhas políticas, é só observar, não só lançam luzes sobre esses velhos esteriótipos, como os ampliam, como forma de maquiar fatos e justificar o uso e usufruto desenfreado do poder!
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