Quando fui buscar água na cacimba vi um bando de ovelhas do outro lado do açude do Araquém, numa chocalhada sem fim. Iam empurrando-se rumo ao pasto, que começava a brolhar. Era tempo de babugens e os animais pareciam em festa. Uma tropa de jumentos levava roscas, bolachas sodas e esquecidos pro Arapá ou Saco (Tianguá). Um homem gritava, esbaforido, atrás dos jegues, que se acotovelavam já no início da parede do manancial. As ovelhas seguiam; os cordeirinhos berravam, exigindo proximidade das mães e, claro, mais carinho. Era o amanhecer (meio preguiçoso) na vila!
UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
segunda-feira, março 20, 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
34
LINDA DEMAIS
A história da mulher que sempre que ia fritar um peixe, cortava parte dele. Um dia a filha perguntou porque ela fazia aquilo, se com aquela ...
-
Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
-
Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...

Nenhum comentário:
Postar um comentário