A canoa ia e voltava/Trazendo gente de ruma/A Negra Velha pegava/Toda piaba eu, nenhuma/E parecia até pacto:/Ela todas, eu alguma!
A bebedeira rolava/ Nos barzinhos de então/Tira-gosto, dançarinos/Mais um copo sempre à mão/E o racha acontecendo/Sem o azedo do limão!
Mergulho na água nova/Que descia lá da serra/E o agricultou passando/Já, já a semente enterra/Senão o inverno some/E a boa chance se encerra!
E o pileque continua/Na birosca e no terreiro/Tem espetinho no fogo/Na trempe tem um braseiro/E a macacada curtindo/O carnaval brasileiro!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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