O SUJEITO era malamanhado, desengonçado, bronco. O terror das criancinhas. Sua gargalhada era um desaforo. Quando soltava aquele escandelo gutural, um eito de meninos sumia na esquina, com medo da rebordosa. E o camarada ficava rindo com os poucos dentes que lhe sobraram, com aquela cara de louco que perdeu a consulta com o psiquiatra e nem desconfia onde se situe o hospício. E assim ele vivia. Rua acima, rua abaixo, filando pinga e bicos de pão. Sempre com uma surrada gravata no pescoço, se dizendo idôneo pra deputado. Ou seja, um desgraçado social. Malaquias, o mala.
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
sábado, agosto 04, 2018
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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR
https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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