O meu pai subia morros/Comigo lá no cangote/E com a força de um touro/Dava-me o verso, o mote/E eu ouvindo a zoada/Da saparia – caçote!//Falo aqui da natureza/Que se curte no sertão/Onde a vida pulsa rápido/Se sente o cheiro do chão/Vê o pássaro, o arvoredo/Juriti, corrupião!//O meu pai é um valente/Homem de cerca e gibão/Que vara cada serrote/Com um touro em sua mão/E o bicho não escapa/Geme, chora diz, "Ah, não!"//O meu pai travessa a rua/A vereda e a viela/Corre, pula, sem mancar/Come ovo e mortadela/E transforma tudo em/Energia pra moela!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
sexta-feira, agosto 10, 2018
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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