TODA paz que a gente espera/Não vem do mundo do nada/Toda ela é construída/Bem urdida, edificada/Por mãos limpas, benfazejas/De gente simples ou de fada//A paz não vem do seu berro/Oh, violento do mundo/Ela vem do grito honesto/De quem quer o saco, o fundo/Que traz todo o alimento/Que mata o horror imundo!//O horror de que falei/É o da fome que mata/Que desmantela o estambo/Que a natureza maltrata/E que deixa a criatura/ Sem a fruta e toda a mata!
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sábado, agosto 04, 2018
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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