SEMPRE QUE vai a Coreaú, meu André Luiz, o Dedé, volta com uma saudade daquelas... Reclama, pede pra voltar qualquer dia, imagina, conjectura... Muito eu, nos meus tempos de Araquém. Naquela época curtia a festa de Santo Antônio desde o comecinho, do arrumar de barracas, do ligar caixas de som e singelas luzes... até o desarrumar total. Quando a vila se esvaziava (ou antes disso), a saudade sacudia o coração do menino magrela e sonhador. Era uma dor tão grande. Comparo-a com a que sentia quando ouvia a Triste Partida de Patativa/Gonzagão. Aquelas barracas de mofumbo e marmeleiro sendo desfeitas, as varas sendo postas em ruma, eram demais para o meu visual. A dor era tremenda e durava dias. Aquelas músicas aquelas mensagens de mocinhas apaixonadas (o locutor caprichava: - De Anita para o seu admirador... essa linda página musical!) Quando tudo se findava, a gente voltava pra trabalheira, pra suadeira, pro cansaço, pro serviço sem fim... Pra canseira tão mal compreendida por quem comprava a rala produção, fruto de tanta lida. Ficou a saudade e o nó (teimoso) na garganta... Oh, tempos. Oh, saudade!
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segunda-feira, abril 22, 2019
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LIBERALISMO FDP
Nas lojas da maior rede de farmácias do Ceará, poucos atendentes; e de vez em quando um escapole. É que o caixa estava vazio; e já há o balc...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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