HOJE é dia de lembrar de muitos pais, como os camponeses. Valentes, taludos, bravos no trabalho e pela sobrevivência dos filhos. Muitos deixaram pedaços do corpo nos espinhos e arames farpados. Faziam cercas, derrubaram touros, amansavam burros... Faziam de tudo, no campo árido e de sol inclemente. Viviam para a luta, que não acabava nunca. Quando terminavam a colheira do milho, do feijão, da fava e do arroz, já tinham a moagem de cana, a farinhada, o corte da palha carnaúba. Em paralelo a isso tudo, a preparação do roçado para o plantio para o ano seguinte. No caso de muitos (como o meu), ainda mantinham um pé-de-bodega cansado, com parcos recursos... Em resumo, levavam uma vida complicada, castigada, sentida, carregada... Parabéns, meus velhos. Onde estiverem. Que estejam em paz!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
domingo, agosto 11, 2019
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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR
https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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