Quando menino e via aquele vermelhidão no mundo, à tardinha, sabe o que tomava conta de mim? Uma tristeza desmedida. Na minha cabeça de menino sonhador, era como se os sonhos ou a possibilidade de eles acontecerem estivessem sumindo, desaparecendo no horizonte. O horizonte era aquele lugar lindo, lá longe, pra onde eu nunca viajaria... Mal sabia o menino que no outro dia o sol reapareceria com aquele entusiamo rasgado e com tanto viço. E passaria o dia fazendo meu dia brilhante... Até chegar (de novo) aquele vermelhidão... Uma velhinha que conheci o associava à doença: - Não olhe, meu filho! - pedia-me.

UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
quinta-feira, outubro 03, 2019
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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