Apesar da treva bruta/Que você cevou e guarda/A gente toca o barquinho/E o novo nos aguarda/Alegria não nos falta/E a beleza, sei, não tarda!//Apesar do seu mingau/Escondido na combuca/A gente faz poesia/E não leva só na nuca/A gente tá avisado/Da tua velha arapuca!//Mingau azedo cê guarda/E deve comê-lo todo/Pra canalizar o mal/Você usa eletrodo/Mas sua polifutrica/É toda, toda um engodo!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
sábado, janeiro 25, 2020
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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