A PASSARADA se acalma e procura um canto. O trabalhador que ralou todo dia procura os braços da família e o aconchego do lar. O bezerro caça as tetas e a quentura do corpo da mãe. Parece que tudo converge para um galho, uma furna, um canto, uma casa... As rádios tocam A hora do Ângelus. Tudo se acalma... Só os animais de hábitos noturnos, bêbados e notívagos não entram nesse embalo!
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
quinta-feira, fevereiro 13, 2020
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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