quinta-feira, junho 11, 2020

OPINIÃO

"O irreverente Falcão há tempos lançou o seu bordão: 'Eu sei que a burguesia fede, mas tem dinheiro para comprar perfume'. Isso quando a elite andava disfarçada, saudosa do regime militar e o cheiro da podridão era neutralizado pelos aromatizantes do ambiente democrático, que tanto lhes incomodava. Saídos do armário, agora vê-se com clareza, que debaixo do tapete da chique Casa-Grande estão os milhões de índios massacrados e de negros exauridos no trabalho; milhões de pobres subjugados e humilhados, explorados e submetidos à miséria nas favelas".
Rosemberg Cariry, cineasta, no O Povo (edição de ontem)

Nenhum comentário:

34

LINDA DEMAIS

A história da mulher que sempre que ia fritar um peixe, cortava parte dele. Um dia a filha perguntou porque ela fazia aquilo, se com aquela ...