UM EXEMPLO DE DESCRIÇÃO, NA LITERATURA:
Josa vestia uma camisa de casemira, meio surrada, com umas nódoas, na parte traseira. Estava à frente de um velho móvel de jacarandá. O dito-cujo tinha umas marcas, no centro do tampo, onde José colocava os cotovelos, pra pitar seu charuto cubano. Ao lado do birô um velho uru, com bitucas velhas. O fedor ali era terrível. José esperava o telefone de disco tocar, pra alguma palavra de Marieta, sua prima baiana, por quem puxava uma locomotiva Maria-fumaça, com sal em pedra, de Chaval (Ceará).
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
sexta-feira, julho 07, 2023
LITERATO
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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