"Tô sofrendo muita perseguição política, por parte do prefeito Sarto; muita, muita mesmo. E hoje, em decorrência da abertura dos trabalhos da Câmara Municipal, eu reivindiquei que os profissionais que trabalham nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), não sejam contratados como cotistas, mais uma modalidade de precarização do serviço de Saúde', explica ela, em alusão às demandas que ela gritou, durante o discurso do prefeito (Sarto)."
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