Não sei ao certo; não tenho fontes seguras, para afirmar, mas nas décadas de 60/70, era muito comum a presença de nômades, vindos de outras paragens, que se arranchavam, por toda a região; inclusive no Araquém, alguns deles passaram a morar e até a se casarem. Talvez venha daí o topônimo. Conheci pelo menos duas criaturas, dessas levas. Uma delas tinha a alcunha da Antônia Cabeça!
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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR
https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/https://blogdoeliomar.com/o-que-a-crianca-deve-ler-por-joao-teles/
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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