No meu tempo de meninote, convivi com Francalino, um senhor, que comia pimentas malaguetas, pra divertir a gente; com Zé Joana, um exímio contador de estórias de caçadores; com Eugênio, filho deste, bom caçador e pescador; Com Zé João e seu pai, João Luzia; com Irena e seu cabelo sempre em desalinho; com Joana Passos e dona Conceição, amigas de minha mãe; com dona Mariana Paulino, excelente contadora de estórias; com o sr. João Duarte, morador do meu pai e com suas filhas; tinha uma bonita, que me encantou, durante dias. Com Chico Joaquim e com Antônio Matias, cabra comedor e muito bom de serviço. Devorava eitos de mato alto, sozinho. Grandes nomes, grandes figuras. Onde estarão eles, agora? Se pudesse, hoje, voltar a conviver com eles, teria excelentes aulas de vivência e de respeito ao outro e à vida!
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NO ELIOMAR
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