29 de mar. de 2025

LUTO NA ACADEMIA - 2

Morre uma destacada professora, de nome internacional (a Globo News referiu-se a ela, como "nome-manifesto...") e a gente não sabe quem é/era. Nem a gente professor, que, supostamente, vive lendo. Meu Deus. Onde vamos parar?

Sobre ela, na GN:

 "O Brasil se despediu, nesta sexta-feira (29), de um nome-manifesto, um dos maiores do pensamento feminista brasileiro. Foram 85 de Heloísa, mulher que chacoalhou o pensamento acadêmico e, eleita imortal, carregou a periferia para a Academia Brasileira de Letras. Dá dois anos Heloísa Buarque de Hollanda abandonou o sobrenome do ex-marido. Renascia Heloísa Teixeira, sobrenome que tatuou na pele, ao lado de desenhos dos netos.

A pequena grande revolução veio de uma mulher que contribuiu para o futuro de tantas outras e não se esqueceu de olhar para trás, para tantas que se calaram no passado.

Disse ela: 'Não vou morrer sendo Buarque de Hollanda. Não nasci assim. Quero morrer confortável, de mãos dadas com a minha mãe, que não pôde falar!'."

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