Estive, faz uns meses, em Coreaú, e me deparei (ainda) com "galos e quintais", na terrinha; "sujeito de sorte, sou eu", que pude reverenciar a terra que deu luz às raízes familiares, do "rapaz latino-americano". Eu, que não "tenho sangrado demais, (nem) "tenho chorado pra cachorro", porque, claro, "Deus é brasileiro e anda, do meu lado" e tem me poupado das agruras, exceto, as do velho coração. E tive isso, toda essa belezura, a minha frente, longe, portanto, de ser "a palo seco", como diriam aqui Belchior ou poeta de Pernambuco, João Cabral de Melo Neto.
"A minha alucinação..." (não) "é suportar o dia a dia!". "Ouvi dizer num papo, da rapaziada, que aquele amigo..." nosso, até foi embora pro sul, "cheio de esperança e fé", porque andava meio "sentado à beira do caminho, pra pedir carona...", envergonhado, com a política local (Ceará); decepção da grande, meu branco. A política vive enganando nossas vontades, desde o Planalto Central, até nossos rincões cearenses mais sofridos. Tomara que o nosso irmão tenha visitado o "... Corcovado" (RJ), e aberto "os braços", pedindo dias melhores!
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