Um dia vamos sentir saudade do café, da broa, da tapioca, com que quebramos o jejum, no dia a dia... Do deitar-se no tucum da sala ou do alpendre; sentiremos falta da resenha do dia, em um resumo pronto, feito por um vizinho, mais atento; daquele gaiato, que mora perto de nós e que nos enche de anedotas hilariantes. Daquele senhor que sempre nos aparece com um beiju ou com uma sacola de milho, de espigas amarelinhas.. ou de atas, suculentas. Ou daquele senhora pronta a nos contar longas histórias de trancoso, do tipo que nos mete medo ou nos faz sonhar e viajar. E esse povo todo, geralmente, gente do povo; vindo da escola da vida, tão cheia de eventos e possibilidades de aprendizado! Um dia...
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21 de mai. de 2025
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