O que pensa (nem sempre o que fala) e vota; aqui, na Assembleia, tinha um gaiato, que já perdeu o mandato (felizmente), que gritava independência, com relação ao governo de plantão; pura potoca. Nas votações, era governista inveterado. Contra o servidor público, votava com (muito) gosto. Como era da TV, aproveitava o palanque eletrônico, de todo dia, pra farolar. Claro, com conversa pra boi dormir e enganar trouxas. E ainda posava de brizolista. Tremendo vaselina!
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quarta-feira, maio 28, 2025
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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