"Juliana (Marins) tinha o direito de viver. Foi julgada por estar sozinha, por ser mulher, por viver com liberdade, como se isso fosse um erro. Sua vida foi negligenciada: por várias autoridades, pela empresa de turismo, pela direção do parque. Houve tempo para agir. Houve pedidos de socorro. Houve silêncio. A dor de sua família precisa ecoar no Brasil e no Mundo. E não aceitaremos que sua morte seja tratada, como um detalhe. Juliana tinha o direito de voltar para casa. Sua ausência agora é um grito por Justiça!"
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