"Dezoito de outubro, 19:39h. Um homem de camiseta azul marinho e bermuda caminha pela seção de utensílios de cozinha, de um supermercado, em Blumenau, quando é identificado pelas câmeras de vigilância. Menos de dois minutos depois, dá voltas em torno de uma gôndola de bebidas alcoólicas, até parar em frente à ofertas de champanhe francês. Ele escolhe uma garrafa de Moët & Chandon, a 399 reais a unidade, e a coloca em uma sacola. Antes de chegar ao estacionamento é abordado por dois seguranças e obrigado a retornar. Em 2025, furtos representaram perdas totais de mais de 31%, para o setor varejista, mas naquele sábado o estabelecimento estava preparado. O cliente pego no flagra, era apontado como reincidente – a loja o acusa de já ter surrupiado outras garrafas – e também uma pessoa pública: o juiz federal Eduardo Appio, antigo responsável pelos processos da Operação Lava-Jato, no Paraná, e desafeto declarado do senador Sergio Moro (União Brasil-PR)."
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