"O privilégio que mata!
A Guarda Civil foi acionada após denúncia de um homem armado, dentro de um restaurante. Ao ser abordado, ele negou estar com uma arma. A resposta foi aceita, a equipe foi embora e, minutos depois, dois homens foram mortos a tiros. Esse encadeamento de fatos é real, e revela um ponto central que não pode ser ignorado, o privilégio. Se fosse um homem preto e pobre, dificilmente a abordagem teria terminado apenas na palavra dele. A revista seria quase automática, a suspeita permanente, o corpo tratado como ameaça. Já um homem branco, rico, médico, foi presumido como confiável. A palavra bastou. E custou vidas. (...)." - Beta Bastos, RJUM ESPAÇO PARA LIVROS, CULTURA NORDESTINA E FÓRUM DA ZONA NORTE (CE). (85) 985863910
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