8 de jan. de 2026

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VENEZUELA LIVRE E SOBERANA!

O abutre Trump cravou suas garras fétidas na Venezuela, invadindo seu território, sequestrando seu Presidente Nicolás Maduro, após assassinar, a sangue frio, mais de 40 militares de sua guarda pessoal, segundo o general Vladimir Padrino López, ministro da Defesa das Forças Armadas Nacionais da República Bolivariana.

Rompendo com o Direito Internacional de soberania dos países, o yankee se arvorou de policial do mundo,  prendeu e algemou um chefe de Estado e sua esposa, a primeira-dama Cília Flores e os arrebatou para um cárcere, em Nova York. Pretendia indicar uma Presidente fantoche para governar a Venezuela, a derrotada Corina Machado, mas foi pego de surpresa com a reação imediata da Suprema Corte venezuelana, que considerou a Presidência da República em ausência involuntária de seu titular legitamente eleito e transferiu todos os poderes governamentais para a Vice-presidente Delcy Rodrigues, da Assembleia Nacional que corroborou a decisão da Suprema Corte, das Forças Armadas Nacionais, que se mantiveram coesas em defesa da Constituição e a reação de milhares de venezuelanos que foram às ruas defender seu país e a libertação de seu Presidente Nicolás Maduro. A presidenta interina fez um juramento firme e emocionante em defesa da soberania nacional, da liberdade e democracia e exigiu a soltura do presidente sequestrado.

Mais de 20 paises do Conselho de Segurança da ONU apoiaram a Venezuela e Brasil, México, China, Rússia, África do Sul, Turquia, Irã, Canadá, Colombia, Cuba, Índia e União Europeia manifestaram condenação imediata a este crime politico.

A China fez um empréstimo de emergência vultoso para o Governo cumprir seus compromissos e as transações foram feitas em yuan, livre da dependência do dólar e a Rússia ofereceu apoio logístico para o Sistema de Defesa.

O povo venezuelano resistirá contra o império yanque no seu intento de se apossar do petróleo e riquezas naturais venezuelanas, com a desculpa esfarrapada de prender um chefe do narcotráfico internacional. A presidente interina Delcy Rodrigues ativou a rede, criada por Maduro,  de mais de 3 milhões de milícias populares, transferiu poder, num processo de fortalecimento da democracia direta, para  centenas e centenas de Conselhos Comunitários, que já realizaram mais de 500 reuniões de preparação da resistência, nas primeiras 48 horas após o sequestro do seu Presidente e a juventude bolivariana foi para as ruas  em manifestações de protesto  contra o invasor.

Nós do campo progressista brasileiro, democratas e socialistas, não devemos vacilar em condenar veementemente este crime de Donald Trump de agressão ao povo venezuelano, exigir a soltura imediata do presidente Maduro e da primeira-dama Cília Flores e defender a soberania nacional da pátria bolivariana.

FORA YANKEES

VENEZUELA LIVRE E SOBERANA

Manoel Fonseca - Médico

Iracema Serra Azul da Fonseca - Bióloga


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