"CARTA ABERTA AO MUNDO: DESDE CUBA, UMA MULHER SIMPLES DENUNCIA O CRIME QUE NÃO QUEREM VER:
À humanidade inteira, às mães do mundo, aos Médicos Sem Fronteiras, aos jornalistas com dignidade, aos governos que ainda acreditam na justiça:
Meu nome é como o de milhões. Não tenho sobrenome conhecido, nem cargo importante. Sou uma cubana simples. Uma filha, uma irmã, uma patriota. E escrevo isto com a alma dilacerada e as mãos trêmulas, porque o que meu povo vive hoje não é uma crise. É um assassinato lento, calculado, friamente executado, desde Washington.
E o mundo desvia o olhar.
DENÚNCIA EM NOME DOS MEUS AVÓS:
Denuncio que em Cuba há idosos que morrem, antes do tempo porque o bloqueio impede que cheguem medicamentos, para o coração, a pressão, o diabetes. Não é falta de recursos. É proibição deliberada. Empresas que querem vender a Cuba são multadas, perseguidas, ameaçadas. Seus os governos calam. E enquanto isso, um avô cubano aperta o peito e espera. A morte não avisa. O bloqueio, sim. (...)."
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