1. Cadê os indígenas?
2. 72,6% de brancos, no Sul?
3. Por que tão pouco negro, na Bahia?
4. Obs.: prevalência de pardos, no N/NE...
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
2. 72,6% de brancos, no Sul?
3. Por que tão pouco negro, na Bahia?
4. Obs.: prevalência de pardos, no N/NE...
Forçação de barra, alimentação de bolhas e robôs... Nada mais. Pra colaborar com o debate político, nunca foi!
Hoje tem mais pesquisa do Instituto Paraná, colocando Flávio dos Jornais, à frente de Lula. Aqui, vale o trocadilho: - Oh, para, né?
A de Caiado é tirar Bolsonaro da enrascada em que se meteu, querendo matar autoridades, pra derrubar a República e se perpetuar no poder, sem o crivo popular. Vou bem tomar banho, trocar de roupa, pra votar nesse tipo... Mar, menino!
Dizem-me, meio que confidencialmente, que tem líderes políticos (vá lá que sejam), da Zona Norte, "brigados", por que estarão do lado de Cid ou Ciro, na refrega eleitoral vindoura.
Como tem gente boba, que cai nessas esparrelas, né? No fundo essa gente está toda unida, em prol de uma ideologia pra vender. "Deixemos de coisa e cuidemos da vida..."
Quando vejo esses cantores, de hoje em dia, estourando tímpanos e aporrinhando a gente e a vizinhança, com suas gororobas, lembro de músicas do Chico Burque, onde ele canta, mesmo com letras para mulheres, tipo: "Tantos homens, me amararam bem mais e melhor que você...", sem mudar a letra.
Se você propõe isso, a esses tipos de hoje, ouvirá comentários sobre o órgão fálico e coisas do tipo. Chico não se espanta com as letras e nem precisa ficando dando uma de macho-chô!
Vejo o anúncio dos feriados e os pobres (contumazes), nos comentários, reclamando de tantas "pernas pro ar". O pessoal do Uber, dos restaurantes, da praia, dos espetinhos, dos bares, dos clubes... adoram esses dias, pra faturar. Mas o pobre coitado, fica na Net, com peninha dos empresários e até do dono de uma lojinha de capinha de celular, que vota na extremosa e vive de distribuir mingau azedo, para o "jumento esquerdista", que "não sabe votar". Pobre diabo!