quinta-feira, agosto 25, 2011

REUNIÃO DOS PROFESSORES COM O GOVERNO

  "(...) o Governo não encaminhará nenhuma mensagem com modificação no plano de cargos dos professores antes de negociar com a categoria. Será formada comissão com representantes do Governo e do Sind. APEOC, para elaboração de uma proposta de plano de cargos e de prazos para o cumprimento da jornada de 1/3 em atividades extra-classe. Na 2ª feira, Governo e APEOC terão outra reunião no Ministério Público, para acertar um Termo de Ajustamento de Conduta e o Governo abrirá os dados sobre receitas e despesas com os trabalhadores em Educação. Esperamos novos avanços. Abraço a tod@s!"

  (Artur Bruno)

ÁREA DE SEGURANÇA DE CID. LÚCIO FALA EM OBSESSÃO

  "(...) Nunca tive essa obsessão com a questão de segurança. Eleito governador morei durante todo meu mandato em minha residência particular, mantendo-me e a minha família às minhas custas.

   No prédio havia apenas um segurança encarregado de receber recados e ligações telefônicas. Nem por isto, apesar de tenaz oposição parlamentar, fui em algum momento molestado ou tive minha casa assediada por manifestantes.


   Durante todo o governo, mantive o hábito de caminhar pela manhã na Avenida Beira-Mar acompanhado por um único segurança. Nos fins de semana, e para compromissos não oficiais, costumava me deslocar em companhia do motorista e de um segurança motociclista.
(...)."


PINGOS DE MEL

 Chove neste momento em Fortaleza. Chuvinha fina, com aquele ventinho tianguaense... Só tomando um bicada!

PIADA PRONTA!


PIADINHA CRETINA!

 "Cid só não joga a Educação na privada, porque ela nunca foi construída!"

CID CRIA ÁREA DE SEGURANÇA E CUIDA DA SEGURANÇA. DELE!

  "Cid Gomes no seu quadrado! Cid no seu quadrado! Totalmente encorujado! Cid no seu quadrado!"
  "Cid endoida geral: Palácio da Abolição passa a ser área de segurança permanente do Estado."
  "Governo Cid corre do povo!"

  (Tuíter) 

Lugar de golpista é na lata do lixo

   "Com a passagem da Caravana Direitos Humanos pelo Brasil, por Fortaleza, na última quinta-feira (18.08), comandada pela ministra Maria do Rosário, todas as entidades que lidam com os direitos humanos foram mobilizadas e participaram dos eventos realizados no Palácio da Abolição e na Assembleia Legislativa, onde foi lançado o Comitê pró Comissão da Memória, da Verdade e da Justiça. O Ceará foi o primeiro estado a receber a Caravana, fato destacado tanto pela ministra como pelo governador Cid Gomes, que emprestou total apoio, comprometendo-se a enfrentar as mais diversas violações aos direitos humanos e fortalecer políticas nessa área. Várias entidades e personalidades foram homenageadas. Pra variar, a prefeita Luizianne Lins não compareceu ao Palácio da Abolição e nem à Assembléia Legislativa onde presidiu a Comissão de Direitos Humanos.
   A passagem da Caravana por Fortaleza motivou diversas entidades a questionarem a permanência de homenagens oficiais a golpistas e torturadores, destacando-se a Associação 64/68 Anistia-Ceará e o Instituto Frei Tito de Alencar. Para essas entidades é inconcebível que golpistas e torturadores sejam nomes de ruas, avenidas, colégios e de equipamentos públicos.  É inconcebível que o Palácio da Abolição, que abriga a sede do governo estadual, tenha um memorial em homenagem ao Marechal Castelo Branco, primeiro ditador pós-golpe de Estado de 1º de abril de 1964. Castelo Branco também é nome de Avenida (Leste-Oeste), de colégio estadual e até de auditório da Universidade Federal do Ceará, cujo campus do Benfica foi uma trincheira de lutas contra a ditadura militar e que teve vários professores, funcionários e alunos punidos, alguns até com a morte, como é o caso de Bérgson Gurjão Farias.

  Castelo Branco traiu a confiança do presidente João Goulart, que o indicou para o comando do IV Exército, sediado em Recife, hoje Comando Militar do Nordeste. Além de trair o Presidente da República constitucionalmente eleito, Castelo Branco rasgou a Constituição Federal de 1946 que jurou defender e aceitou ser o primeiro ditador. Ao assumir a Presidência da República, ele garantiu que somente cumpriria o restante do mandato do presidente João Goulart e em seguida entregaria o poder aos civis. No entanto não cumpriu a apropria palavra.

  O general Garrastazu Médici, talvez o mais sanguinários dos ditadores, também é nome de colégio e Centro Social Urbano. Até o torturador Laudelino Coelho, ex-diretor da Polícia Federal, é nome de rua no bairro de Fátima onde se situa o prédio do Departamento de Polícia Federal.


  O período da ditadura militar – 1º de abril de 1964 a 15 de março de 1985 – representou a terceira grande tragédia vivida pelos brasileiros (as anteriores foram  os quase quatro séculos de escravidão e a ditadura do Estado Novo). A serviço das oligarquias, do latifúndio e do imperialismo norte-americano, os setores mais reacionários das Forças Armadas, com o apoio da velha mídia conservadora, venal e golpista depuseram o presidente constitucionalmente eleito sob a alegação de corrupção e do perigo da implantação de uma república sindicalista. O comando de toda a trama antidemocrática e antipatriótica foi do embaixador ianque  em Brasília,  Lincoln Gordon.

  O golpe militar deveria ter sido dado exatamente há 57 anos, mas foi abortado porque o presidente Getúlio Vargas, no dia 24 de agosto de 1954 deu um tiro no peito em resposta aos brigadeiros golpistas que, dois dias antes, no Clube da Aeronáutica, exigiram a sua renúncia. “Só saiu daqui morto”, enfatizou o presidente da República.

  Os militares golpistas tentaram ainda impedir a posse de João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961. Portanto, toda a alegativa para o golpe de 1º de abril de 1964 é pura hipocrisia. E o golpe atingiu não só os civis, mas milhares de militares das três Armas e de todas as patentes. Muitos, como o capitão Carlos Lamarca, partiram para a resistência armada à ditadura impopular e impatriótica.

  No último sábado, à noite, ao som do Tenorinho, músico popular brasileiro seqüestrado e morto em Buenos Aires, em 1976, como parte do Plano Condor, cinco dezenas de pessoas, com o apoio da Associação 64/68 Anistia-Ceará e do Instituto Frei Tito de Alencar, protestaram em frente ao Palácio da Abolição pela persistência de monumentos da época da ditadura em espaços públicos, como o mausoléu do ditador Castelo Branco.

  O lugar de todos os golpistas e torturadores é na lata do lixo da história.
"

  Messias Pontes,

 Jornalista, radialista e membro do PCdoB/Ceará.
 
  (Colaboração Eliton Meneses) 

VELHA TÁTICA!

 
 "De acordo com o Sindicato Apeoc, Ivo Gomes informou que a posição do governo é de não negociar enquanto os Professores estiverem em greve."

NEGOCIAÇÃO CHULA

 Palavras e expressões impublicáveis foram ouvidas do boca do negociador do Governo do Estado, no último encontro com a Apeoc, para espanto nosso e do Professor Airton de Farias. Deselegância, falta de Educação, para dizer o mínimo!

FAZENDO O CORTA-LUZ!

  Quem é o deputado estadual, cujo esforço na AL é desviar as atenções, quando os assuntos maltratam o governo estadual? Olha as dicas: o distinto tem cara de padre e fala em Educação o tempo todo, mesmo sendo um governista empedernido.

DO BLOG DO ROBERTO MOREIRA. RESPONDE ESSA, HEITOR!

  "Falta óleo de peroba para muitos dirigentes partidários. O PDT promoveu convenção para  eleger os dirigentes do partido em Fortaleza. Assumiu Papito Oliveira, 25 anos no partido e idealista como Brizola, além de João Goulart e Doutel de Andrade, os símbolos do trabalhismo.
  A turma do PDT que foi à convenção pegou o microfone e passou o dia malhando a prefeita Luizianne Lins. Eles esqueceram que o PDT também faz parte da gestão de Fortaleza. Um carguinho aqui outro ali, uma boquinha já que não se pode assumir publicamente o apoio para não desagradar a deputada Patrícia Saboya, maior opositora da prefeita. Um caso claro para provar o que digo é o do senhor Romulo Férrer, que ocupa cargo comissionado na secretaria de Administração de Fortaleza. Ele é irmão do deputado Heitor Férrer. Não adianta tentar defender a tese que é por competência. Cargo comissionado é para aliados políticos. (...)"

DANDO O QUE FALAR!

  A TV Jangadeiro prepara o 3º. programa "Primeiro Plano", sobre os banheiros fantasmas. O último deles, com Valdomiro Távora e Luiz Alcântara.

  Você pode conferir tudo no www.jangadeiroonline.com.br

O CONTRA-SENSO

   Numa escola bem acolá, a Acolhida foi ABOLIDA por conta da violência no recreio. O paradoxo: a Acolhida é exatamente o momento para discutir e enfrentar esse tipo de problema! Punir é outra violência! Não seria hora de uma boa e séria conversa?

DE GOVERNO PRA GOVERNO

   Do vaselina Artur Bruno
 

DIA DO SOLDADO

  Colocar um chapeuzinho de papel na cabeça da criança, sem explicar pra ela o que significa aquilo, com contexto rico e plural, é reducionismo, que a escola vem chancelando há séculos!

PROFESSOR NÃO DÁ VOTO!

  As autoridades não renegam os Professores à toa! Elas sabem que essa categoria não lhes traz dividendos políticos. Quando muito conta com alguns chegados! Já o Professor, por sua vez, age como o animal manso, que atado a um cipó, desconhece a força de que é detentor, e se deixar ficar amarrado. Nem convencimento político o Professor faz em sala de aula e nas reuniões de pais, por excesso de escrúpulo.

NADA A NEGOCIAR!

 De: Airton de Farias
 
  "
Reunião de ontem dos profs. com Ivo Gomes foi inútil. Gov deixou claro q não tem nada a negociar. Reunião muito tensa." (Via Tuíter)

QUEM DECIDE?

 Eu, presidente de sindicato, não me reuniria com chefe de gabinete. Os momentos de negociação, que o governo confunde com embromação, tem que ser com quem DECIDE!

FAZ SENTIDO!

  Cid Gomes, presidente estadual do PSB, está ajudando a montar outro partido, o PSD, no Ceará. Ele quer mais um PM (Partido Marionete). "Quanto mais cabras, mais cabritos!"

quarta-feira, agosto 24, 2011

A SÍNDROME DE MAIA (OU A PELEJA DOS PRETOS FEDIDOS CONTRA OS DE FINA ESTAMPA)

http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/04/pele_negra_2.jpg


"De onde menos se espera, já dizia o Barão de Itararé, é que não vem nada que preste. Lembrei disso quando soube que Wolf Maia, diretor da novela global Fina Estampa, com elenco predominantemente branco (parece que tem uns crioulos representando moradores de comunidades), foi condenado em junho último por crime de racismo. Maia, que está recorrendo da condenação, se referiu a um funcionário negro de um teatro de Campinas nos seguintes termos: 'me colocaram um preto fedorento que saiu do esgoto com mal de Parkinson para operar o canhão de luz...'  (http://www.estadao.com.br/noticias/geral,wolf-maia-e-condenado-por-racismo,730202,0.htm)


  O caso não me surpreende. Está na ordem do dia, sobretudo entre certos segmentos da classe média alta e das elites endinheiradas do país, manifestar uma pedante aversão ao povo brasileiro. Chamei isso certa feita de 'Mal de Neuendorf'. Explico. Kevin Neuendorf, para quem não se lembra, foi o chefe da delegação dos Estados Unidos durante os jogos panamericanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro. O mister Neuendorf chocou muita gente ao aparecer para uma entrevista coletiva com um cartaz onde se lia: 'Welcome to Congo'. Alguns brasileiros ficaram profundamente ofendidos com o gringo que, cheio de arrogância, nos comparou ao país da África.

  Escrevi na ocasião um texto em que, provocativamente, concordei com o mister e afirmei que somos de fato o Congo. Alguns acontecimentos recentes, feito esse caso Wolf Maia, apenas escancaram a existência de uma elite preconceituosa, nefasta,  assustadoramente moralista e potencialmente fascista. É por isso que retomo e desenvolvo alguns argumentos que utilizei à época para afirmar, aos que sofrem do Mal de Neuendorf (ou Síndrome de Wolf  Maia, se preferirem),  que os brasileiros, pretos fedidos, somos Congo mesmo. Com muito orgulho.

  Somos porque vieram de lá, da região do Congo-Angola, só no século XVII, cerca de 700 mil africanos para trabalhar nas lavouras e minas do Brasil Colonial. Nós, os brasileiros, somos, portanto, congos. Somos também jalofos, bamuns, mandingas, bijagós, fantes, achantis, gãs, fons, guns, baribas, gurúnsis, quetos, ondos, ijexás, ijebus, oiós, ibadãs, benins, hauçás, nupês, ibos, ijós, calabaris, teques, iacas, anzicos, andongos, songos, pendes, lenges, ovimbundos, ovambos, macuas, mangajas e cheuas.

  Todos estes acima mencionados são grupos de africanos que chegaram nessas praias com seus valores, conjuntos de crenças, costumes e línguas - culturas, enfim - para, ao lado de minhotos, beirões, alentejanos, algarvios, transmontanos, açorianos, madeirenses e milhares de comunidades ameríndias, civilizar o Brasil.

  O caso é que agora está rolando uma certa moda - que faz a alegria dos descolados iconoclastas e dos apóstolos do liberalismo mais tacanho -  de atribuir aos próprios africanos a responsabilidade sobre a escravidão. Todo mundo palpita sobre a história da África, mete o bedelho sem conhecimento de causa e, nesse rame-rame, tem gente dizendo que nós nunca fomos racistas e que Monteiro Lobato comparava Tia Nastácia a uma macaca beiçuda, por uma questão de afeto. Sugiro que esses papudos leiam Sílvio Romero e Oliveira Vianna, dois intelectuais respeitados em antanhos.

  Sílvio Romero, ao refletir sobre o problema brasileiro no início do século passado, sugeriu que a única salvação do país era torcer para que a miscigenação se fosse processando com o aumento contínuo do sangue branco. Chegou a profetizar que (se a miscigenação fosse estimulada) a superioridade do sangue branco prevaleceria e no ano 2000 não haveria mais traços negróides no nosso povo. Clarear o brasileiro, eis a solução do nobre intelectual.

  Oliveira Vianna, por sua vez, escreveu um livro outrora muito respeitado, que apaixonou gerações de leitores, chamado Evolução do povo brasileiro. Segundo este autor, a salvação possível do Brasil era a nação embranquecida. Para ele, a imigração européia, a fecundidade dos brancos , maior do que a das raças inferiores (negros e índios ), e a preponderância de cruzamentos felizes, nos quais os filhos de casais mistos herdariam as características superiores do pai ou da mãe branca, garantiam um futuro brilhante e branquelo ao Brasil.
A irresponsabilidade de reacionários rancorosos e embusteiros intelectuais escancara a existência de brasileiros que sentem verdadeiro nojo do nosso povo, execram o Brasil  e guardam no fundo de suas almas o acalentado sonho que Romero e Vianna ousaram expressar. São aqueles que nutrem verdadeiro pânico de lembrar que vivem num país mestiço, em larga medida civilizado pela África e dotado da cultura mais rica e múltipla, que o mundo conhece. São brasileiros que marcharam com Deus pela liberdade em 1964, mandam os filhos para  intercâmbios nos EUA, Austrália e Europa em busca de valores supostamente civilizados,  vivem encastelados em condomínios luxuosos, acham que a empregada doméstica deve vestir uniforme branco e subir pelo elevador de serviço, não gostam de pretos, botam fogo em índios, não respeitam as religiosidades afro-ameríndias, dizem que samba é coisa de gentinha, frequentam compulsivamente shoppings centers, gastam num jantar o que pagam em um mês para os empregados, vibram quando a polícia executa moradores de favelas e criam filhos enfurecidos e preconceituosos que saem de noitadas em boates da moda para surrar pobres, gays e garotas de programa nas esquinas das grandes cidades.

  Essa gente não se conforma com o Brasil que vive  nos maracatus, nos moçambiques, na taieira, na folia de são Benedito, no candomblé de angola, nas cavalhadas, no terno-de-congo, no batuque do jongo e na dança do semba.

  Somos os pretos fedidos que tanto irritam os Wolf Maia. E somos porque batemos tambor, batemos cabeça, dançamos e rezamos como os do lado de lá da Calunga Grande, o mar dos tumbeiros, sepultura de tantos. Somos o Congo e somos a África porque somos o país de Zumbi, Licutam, Ganga- Zumba, Luiza Mahin, Bamboxe Obitiku, Felisberto Benzinho, Cipriano de Ogum, Leônidas da Silva, João da Baiana, Donga, Pixinguinha, Candeia, Mãe Senhora, Mãe Aninha, Tata Fomutinho, João Cândido, Osvaldão, Marighela, Martiniano do Bomfim, Solano Trindade, Silas de Oliveira e de tantos outros heróis civilizadores. Urge afirmar, contra os preconceitos mais mesquinhos dos de fina estampa, o Brasil que acalentamos - o  nosso Congo Ameríndio de macaias, aldeias, botequins, ocas, sambas, calundus, jongos e portugueses fados. Com a  proteção de Zambiapungo, de todos os inkices de Angola e dos ancestrais do samba."

  Luiz Antonio Simas
 FONTE: http://esquerdopata.blogspot.com/2011/08/sindrome-de-maia-ou-peleja-dos-pretos.html

  FOTO: http://www.revistaafro.com.br/portal/ 

  Texto histórico indicado por Eliton Meneses. 

UM VÍDEO DA TV JANGADEIRO SOBRE O PRIVADAGATE

ESCÂNDALO DOS BANHEIROS

   "(...) é incompreensível que não haja uma fala, um depoimento do governador, extremamente forte para combater isso! Antigamente se falava da indústria da seca, e hoje se fala da indústria de tudo, pois tudo serve para que haja corrupção, até banheiros.”

 (André Haguette, sociólogo, no Jangadeiro Online)

PISO NACIONAL DOS PROFESSORES: NOSSAS NOTAS REPERCUTEM!

  Agradecimentos ao Professor José Mário, do Sindicato dos Professores Municipais de Coreaú!


 http://www.sindproc.blogspot.com/

OPINIÃO

  Tarcísio Pequeno, Professor da UFC
 

A CNTE AVISA!


COMEMORE!

   O STF confirmou, no julgamento desta quarta-feira, que o Piso Nacional dos Professores deve ser interpretado como vencimento básico, isto é, sem gratificações e outros adicionais. Ele ainda garantiu o 1/3 de hora-atividade na escola, mas fora da sala de aula. Agora, falta o MEC e a CNTE se entenderem com relação ao valor do Piso. O MEC fala em R$ 1.187,00. A CNTE divulga que o valor é R$ 1.597,87. Quem está prestando um desserviço ao País?

PRÓXIMO PASSO!

  AMANHÃ, 8h, grande passeata em defesa da Educação Pública. Concentração na Praça da Imprensa (Praça do Canal 10).”

 (Informação: Airton de Farias, Professor e Historiador)

EU QUERIA ENTENDER!

 Uma manchete do Blogue do Roberto Moreira, que é sempre simpático aos Governos Cid e Luizianne, que foi transcrita por vários Blogues, ainda não foi BEM compreendida por mim. Alguém pode me fazer o favor... 

 "Educadores não reivindicam aumento salarial"

 CONTEXTO: Greve dos Professores do Estado.

 

DILMA NA FORBES

  "A presidenta Dilma Rousseff é a terceira mulher mais poderosa do mundo, segundo ranking da revista Forbes divulgado nesta quarta-feira. No primeiro lugar aparece a chanceler alemã Angela Merkel. A lista da revista norte-americana é dominada por políticas, empresárias e líderes dos setores de mídia e entretenimento. Em segundo lugar ficou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton. (...)" (ELIOMAR)

NADA DE NOVAS RUAS!

  Leio na imprensa que um projeto de lei quer proibir o trânsito de caminhões em Fortaleza. Faz muito tempo que a capital não abre novas ruas e avenidas. Os carros popularizaram-se. A frota aumentou. A fisclização é péssima! Blitzes educativas, nem pensar! O correto será proibir o trânsito ou planejar alternativas para que o trânsito ganhe mais fluidez? Numa cidade sem planejamento...

ESTÁ CERTA A DONA MARINA SILVA!

  "É preciso que não aceitemos o rótulo de que os interesses ambientais são alienígenas. O Brasil pode mostrar que pode ser diferente."

 DO BLOGUE: Essa visão que a sra. Marina Silva combate, é mais um clássico exemplo de neocolonialismo. Quem deve defender nossas riquezas somos nós!

NOSSA CARREIRA

  Desde os tempos de Tasso os Professores tem  carreira. É com esse recurso que eles fogem do Batalhão de Choque e da cavalaria! A Rosa da Fonseca que o diga!

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ESTOU DE NOVO NO ELIOMAR

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