Como Diogo Fontenele, eu também alcancei a colher de café por cima da cerca, ou a xícara com o líquido já no ponto pra ser bebido (ou ainda a pitada de sal); o punhado de açúcar ou aquele meio litro de feijão ou arroz, para o refrigério familiar. Entre uma coisa e outra, aquela conversa franca, com as últimas novidades da vila. Eram eras de muito trabalho e pouco tempo para essas amenidades; tempo difícil de fome e ausência absoluta do que hoje se conhece por Estado. Tempo em que o homem do campo tinha que se virar sozinho. Nesse quesito, de lá pra cá, pouca coisa mudou!
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domingo, dezembro 08, 2019
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VIVA. OBG., SENHOR
Meu João Pedro, aos pulos, porque vai fazer Pedagogia na UECE (já faz TI, na Estácio). Dizem que esse é um curso pequeno, menor. Bobagem da...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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