Dizem uma senhora parou o carro, de madrugada, em uma rua escura, como breu. A cidade dormia, em peso. Um dos pneus do veículo estava completamente vazio, aro no chão; ele se aperreou, claro, mas abriu a traseira do carrinho, pegou o macaco e uma chave e começou a tirar as porcas. Como estava colocando toda elas, no chão, percebeu tardiamente, que as danadas tinham sumido, em uma boca-de-lobo. Meu Deus. A coitada, entrou em desespero; e não era pra menos. Procurou uma forma de se safar daquilo, catou um graveto, a chave que usara, olhos pros lados... Nada. Não havia nada a fazer... aquelas horas na madruga. Perto dali existia...
UM ESPAÇO PARA O DEBATE (SADIO), SOBRE A CULTURA NORDESTINA. (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@yahoo.com.br
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domingo, março 15, 2026
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
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