Luiz Carlos Azenha, jornalista (foto): "Um chefete correu atrás de minha pessoa, na redação da TV Globo de São Paulo. Queria que eu assinasse um abaixo-assinado apoiando a empresa. Levava um rádio de comunicação na mão, com o qual falava com superior no Rio de Janeiro. Eu sugeri que propor abaixo-assinado de empregado apoiando chefe ou patrão parecia assédio; disse que na minha opinião a emissora não tinha tratado os candidatos ao Planalto de forma isonômica.
O chefete foi me seguindo, até uma máquina de café. Pediu que eu desse exemplos. Dei alguns. Citei, dentre outros, que o comentarista do Jornal da Globo, em plena campanha eleitoral, tinha comparado Lula ao ditador da Coreia do Norte. Ele me respondeu: 'Ah, mas ele é o palhaço da Globo!'
Palhaço da Globo = Arnaldo Jabor.
O chefete, que não conseguiu minha assinatura, foi posteriormente promovido, até chegar à Globo de Brasília! Infelizmente, tem gente que vende a alma ao diabo, pra 'subir na vida'".
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