quarta-feira, abril 15, 2026

OLHA O VESPEIRO - 2

"Como todos os hinos de cidades que se prezam, o de Fortaleza é um elogio ao território e às gentes, que nele habitam. É um retrato – digamos assim, com certa licença poética – pintado com cores vibrantes, alegres e estimulantes. Diz a letra: 'Junto à sombra dos muros do forte/A pequena semente nasceu/Em redor, para a glória do Norte/A cidade, sorrindo, cresceu. Mais: 'No esplendor da manhã cristalina/Tens as bênçãos dos céus que são teus/E das ondas que o Sol ilumina/As jangadas te dizem adeus'. É, de fato, um texto inteligente, que já nos primeiros versos destaca as belezas, do ambiente. O refrão é uma exemplar declaração de amor e respeito e até beira a inocência: 'Fortaleza! Fortaleza!/Irmã do Sol e do mar/Fortaleza! Fortaleza!/Sempre havemos de te amar'. O autor chamava-se Gustavo Adolfo Luís Guilherme Dodt da Cunha Barroso (1888-1959, na foto acima), conhecido como Gustavo Barroso, advogado, professor, escritor e jornalista. Foi também deputado federal, folclorista e museólogo. Chegou a diretor do Museu Histórico Nacional. (...)."



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