No Diário do Nordeste
"O Grupo cobrava pedágio para candidatos:
Conforme o Ministério Público do Ceará (MPCE), a investigação aponta que a organização criminosa cobrava uma espécie de 'pedágio', de cerca de R$ 60 mil aos candidatos para acessar alguns bairros de Sobral, durante a campanha eleitoral.
Além disso, o grupo tentava manipular a escolha política dos eleitores, por meio de coação e ameaça. Segundo a Polícia Federal, são investigados os crimes de integrar organização criminosa, domínio social estruturado, extorsão, corrupção eleitoral, impedimento ou embaraço à propaganda eleitoral e lavagem de capitais.
A investigação tramita sob segredo de justiça.
A Ficco/CE é formada por forças de segurança estaduais e federais, incluindo representantes da Polícia Federal, Polícia Federal, pela Polícia Civil do Ceará, pela Polícia Militar do Ceará, pela Polícia Penal do Ceará e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais."