BLOGÃO DO 13 - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
terça-feira, março 28, 2017
QUE VERGONHA!
"Temer e Serraglio aprofundam o desmonte da Funai. Planalto e ministro da Justiça atropelam negociações para reestruturação do órgão indigenista e extinguem 87 cargos. Presidente da instituição não sabia de decreto."
FONTE: http://alertasocial.com.br/?p=3274
FONTE: http://alertasocial.com.br/?p=3274
POR QUE O ESPANTO?!
Ainda tem gente que se surpreende com as posições políticas (vá lá que sejam) de Romário e Tiririca. Que base (lastro) ideológica tem os dois pra agirem de outro modo? Querem o que desse povo?
LÁ E CÁ...
Tem um coroné que quer prender todos os adversários/inimigos. E o que ameaça receber a turma do outro "à bala"! E pensar que até um desses eles estavam no mesmo barco...
segunda-feira, março 27, 2017
JÁ SOMOS O PRIMEIRO!

Nas matérias sobre Cultura do site Tribuna do Ceará, do Sistema Jangadeiro de Comunicação:
http://tribunadoceara.uol.com.br/diversao/cultura/ha-20-anos-professor-leva-literatura-nordestina-a-criancas-de-escola-publica/
QUE PALAVRINHA, HEM?
"Détraqué (do francês). Aportuguesando, detraquê: mentalmente desequilibrado, amalucado. 'É boa pessoa, mas um tanto quanto détraqué!'
S.m. Aquele cujas faculdades intelectuais não funcionam bem. Que ou quem não tem pleno domínio de suas faculdades mentais; desajustado."
S.m. Aquele cujas faculdades intelectuais não funcionam bem. Que ou quem não tem pleno domínio de suas faculdades mentais; desajustado."
Da Net
PELA SEGUNDA VEZ...
...NOSSO trabalho no site Tribuna do Ceará, em reportagem de Deborah Tavares:
As crianças debatem os livros em roda de leitura. (Foto: Reprodução)

http://tribunadoceara.uol.com.br/diversao/cultura/ha-20-anos-professor-leva-literatura-nordestina-a-criancas-de-escola-publica/
As crianças debatem os livros em roda de leitura. (Foto: Reprodução)
http://tribunadoceara.uol.com.br/diversao/cultura/ha-20-anos-professor-leva-literatura-nordestina-a-criancas-de-escola-publica/
MAIS TEATRO!
"Como é relevante a paixão pela profissão escolhida. No O Povo de hoje, Paginas Azuis, no Dia do Teatro, o entrevistado é um legítimo representante dessa arte tão difícil. Haroldo Serra é uma legenda do teatro genuinamente cearense. Vale a pena ler o que ele diz, em resposta, aos entrevistadores, jornalistas Renato Abê e Mariana Parente. Conheço Haroldo desde que ele começou na Rádio Iracema, ao lado de Hiramisa (esposa), outro nome de muita expressão no nosso teatro!"
Narcélio Limaverde, radialista
Narcélio Limaverde, radialista
DIA INTERNACIONAL DO TEATRO
Infelizmente uma arte muito distante da maioria das crianças brasileiras!
domingo, março 26, 2017
DES(ENCONTRO)
Um bêbado encontrou-se com um poeta e um louco. Conversaram, prosearam, entraram noite adentro. Depois do porre os três seguiram suas vidas. Cada vez mais sem rumo!
IRRITANDO A MACACADA
NÃO SE ENGANE. Em Sobral o que se tem é uma direita oligárquica. Esses ensaios esquerdosos dos doutores de lá são balela (pra claque que os suporta)!
TEXTÃO (PRA REFLEXÃO)
A LIBERDADE EM TEMPOS SOMBRIOS
Por Márcio Sotero Felipe, em 17/03/17
Em um artigo publicado em 1944, A república do silêncio, Sartre escreveu que os franceses nunca foram tão livres quanto no tempo da ocupação alemã. Um chocante e brilhante paradoxo que só a grande Filosofia, como exercício de pensar fora do senso comum, é capaz de produzir. Por que os franceses eram livres se todos os direitos haviam sido aniquilados pelos alemães e não havia qualquer liberdade de expressão? Como se podia ser livre sob a cerrada opressão do invasor que fiscalizava os gestos mais triviais do cotidiano? Porque, dizia Sartre, cada gesto era um compromisso. A resistência significava uma escolha e, pois, um exercício de liberdade. Significava não renunciar à construção de sua própria existência quando os invasores queriam moldá-la, reduzindo-a a objeto passivo e sem forma.
Em linguagem retórica e poética Rosa de Luxemburgo disse algo semelhante: quem não se movimenta não percebe as correntes que o aprisionam.
Sartre era existencialista: a existência precede a essência. Isto significa que não há algo anterior à existência que impeça um ser humano de tomar livremente as decisões que construirão o seu futuro. Isto dá ao humano a plena imputabilidade pelos seus atos. O que ele faz da sua existência é culpa ou mérito exclusivamente seu. O que ela é hoje resulta de decisões que tomou no passado, e o que será resultará das decisões que toma no presente.
A experiência francesa durante a ocupação alemã guarda certa similitude com o Brasil de hoje. Na França parte da sociedade (muito maior do que os franceses gostam de admitir) foi complacente ou colaborou com o invasor que massacrava seu povo e aniquilava os mais elementares direitos dos franceses. Hoje, parte da sociedade brasileira assiste inerte, é complacente, apoia ou apoiou usurpadores que vão reduzindo a pó o pouco de direitos e garantias de um povo já miserável.
Na França colaborava-se por ser fascista ou filofascista. Por egoísmo social. Por ressentimento. Por ódio de classe. Para pequenas vinganças privadas, para atingir um inimigo pessoal. Colaborava-se por ausência de qualquer sentimento de solidariedade social. A colaboração com o invasor desvelava a mais baixa extração moral. Quanto a nós, tomo como paradigma uma cena do cotidiano que presenciei dia desses. Duas mulheres ao meu lado conversavam. Uma disse que seu filho de 13 anos era fã do Bolsonaro. A outra, algo espantada, faz uma crítica sutil, perguntando se ela não conversava com o filho sobre política. A resposta: “acho bonito que meu filho seja politizado nessa idade”.Com isto, quis dizer que não importava de que modo seu filho estava precocemente se politizando.
Pode-se razoavelmente supor que ela, mulher, ignore que Bolsonaro disse que há mulheres que merecem ser estupradas? Que saudou, diante de todo país, em rede nacional de televisão, o mais célebre torturador da ditadura militar? Que declarou que prefere o filho morto se ele for homossexual? Como ignorar isso tudo é altamente improvável, porque seria supor que tal mulher vive em uma bolha impenetrável em plena era das redes sociais, podemos concluir, com Sartre, que escolheu o sórdido para si e para seu filho. O que resultará dessa escolha não poderá ser imputado a Deus, ao destino, aos fatos da natureza ou a qualquer fórmula vaga e estúpida do tipo “a vida é assim”, mas a ela mesma e a seus pares brancos de classe média que tem atitudes semelhantes.
Do mesmo modo como a parcela colaboracionista da sociedade francesa escolheu a opressão do invasor estrangeiro, parcela da sociedade brasileira escolheu o retrocesso, o obscurantismo e a selvageria.
Foi em massa às ruas em nome do combate à corrupção apoiando um processo político liderado por notórios corruptos.
Regozija-se com o câncer e com o AVC do adversário político, demonstrando completa ausência de qualquer traço de fraternidade e respeito ao próximo.
Suas agruras e dificuldades econômicas e sociais transformam-se em ódio justamente contra os excluídos e em apoio às ricas oligarquias que controlam a vida política do país (das quais julgam-se espelhos), a fórmula clássica do fascismo.
Permanece indiferente, omissa ou dá franco apoio ao aniquilamento de direitos, ao fim, na prática, da aposentadoria para milhões de brasileiros, à eliminação dos direitos trabalhistas, à entrega do patrimônio nacional a grandes empresas estrangeiras.
Seu ódio transforma em esgoto as redes sociais.
Não há como prever o que acontecerá a esta sociedade. Uma convulsão social poderá desalojar os usurpadores do poder, ou poderemos seguir para o cadafalso como povo. A História sempre é prenhe de surpresas. O que é certo, no entanto, tomando a frase de Sartre, é que somente poderão dizer no futuro que foram livres, no Brasil pós-golpe de 2016, os que agora estão se comprometendo e resistindo. É uma trágica liberdade de tempos sombrios, mas se nos foi dado viver neste tempo, que vivamos com a dignidade que somente os seres livres podem ostentar.
Hoje são livres os que resistem!
Márcio Sotelo Felippe é pós-graduado em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo. Procurador do Estado, exerceu o cargo de Procurador-Geral do Estado de 1995 a 2000. Membro da Comissão da Verdade da OAB Federal
Por Márcio Sotero Felipe, em 17/03/17
Em um artigo publicado em 1944, A república do silêncio, Sartre escreveu que os franceses nunca foram tão livres quanto no tempo da ocupação alemã. Um chocante e brilhante paradoxo que só a grande Filosofia, como exercício de pensar fora do senso comum, é capaz de produzir. Por que os franceses eram livres se todos os direitos haviam sido aniquilados pelos alemães e não havia qualquer liberdade de expressão? Como se podia ser livre sob a cerrada opressão do invasor que fiscalizava os gestos mais triviais do cotidiano? Porque, dizia Sartre, cada gesto era um compromisso. A resistência significava uma escolha e, pois, um exercício de liberdade. Significava não renunciar à construção de sua própria existência quando os invasores queriam moldá-la, reduzindo-a a objeto passivo e sem forma.
Em linguagem retórica e poética Rosa de Luxemburgo disse algo semelhante: quem não se movimenta não percebe as correntes que o aprisionam.
Sartre era existencialista: a existência precede a essência. Isto significa que não há algo anterior à existência que impeça um ser humano de tomar livremente as decisões que construirão o seu futuro. Isto dá ao humano a plena imputabilidade pelos seus atos. O que ele faz da sua existência é culpa ou mérito exclusivamente seu. O que ela é hoje resulta de decisões que tomou no passado, e o que será resultará das decisões que toma no presente.
A experiência francesa durante a ocupação alemã guarda certa similitude com o Brasil de hoje. Na França parte da sociedade (muito maior do que os franceses gostam de admitir) foi complacente ou colaborou com o invasor que massacrava seu povo e aniquilava os mais elementares direitos dos franceses. Hoje, parte da sociedade brasileira assiste inerte, é complacente, apoia ou apoiou usurpadores que vão reduzindo a pó o pouco de direitos e garantias de um povo já miserável.
Na França colaborava-se por ser fascista ou filofascista. Por egoísmo social. Por ressentimento. Por ódio de classe. Para pequenas vinganças privadas, para atingir um inimigo pessoal. Colaborava-se por ausência de qualquer sentimento de solidariedade social. A colaboração com o invasor desvelava a mais baixa extração moral. Quanto a nós, tomo como paradigma uma cena do cotidiano que presenciei dia desses. Duas mulheres ao meu lado conversavam. Uma disse que seu filho de 13 anos era fã do Bolsonaro. A outra, algo espantada, faz uma crítica sutil, perguntando se ela não conversava com o filho sobre política. A resposta: “acho bonito que meu filho seja politizado nessa idade”.Com isto, quis dizer que não importava de que modo seu filho estava precocemente se politizando.
Pode-se razoavelmente supor que ela, mulher, ignore que Bolsonaro disse que há mulheres que merecem ser estupradas? Que saudou, diante de todo país, em rede nacional de televisão, o mais célebre torturador da ditadura militar? Que declarou que prefere o filho morto se ele for homossexual? Como ignorar isso tudo é altamente improvável, porque seria supor que tal mulher vive em uma bolha impenetrável em plena era das redes sociais, podemos concluir, com Sartre, que escolheu o sórdido para si e para seu filho. O que resultará dessa escolha não poderá ser imputado a Deus, ao destino, aos fatos da natureza ou a qualquer fórmula vaga e estúpida do tipo “a vida é assim”, mas a ela mesma e a seus pares brancos de classe média que tem atitudes semelhantes.
Do mesmo modo como a parcela colaboracionista da sociedade francesa escolheu a opressão do invasor estrangeiro, parcela da sociedade brasileira escolheu o retrocesso, o obscurantismo e a selvageria.
Foi em massa às ruas em nome do combate à corrupção apoiando um processo político liderado por notórios corruptos.
Regozija-se com o câncer e com o AVC do adversário político, demonstrando completa ausência de qualquer traço de fraternidade e respeito ao próximo.
Suas agruras e dificuldades econômicas e sociais transformam-se em ódio justamente contra os excluídos e em apoio às ricas oligarquias que controlam a vida política do país (das quais julgam-se espelhos), a fórmula clássica do fascismo.
Permanece indiferente, omissa ou dá franco apoio ao aniquilamento de direitos, ao fim, na prática, da aposentadoria para milhões de brasileiros, à eliminação dos direitos trabalhistas, à entrega do patrimônio nacional a grandes empresas estrangeiras.
Seu ódio transforma em esgoto as redes sociais.
Não há como prever o que acontecerá a esta sociedade. Uma convulsão social poderá desalojar os usurpadores do poder, ou poderemos seguir para o cadafalso como povo. A História sempre é prenhe de surpresas. O que é certo, no entanto, tomando a frase de Sartre, é que somente poderão dizer no futuro que foram livres, no Brasil pós-golpe de 2016, os que agora estão se comprometendo e resistindo. É uma trágica liberdade de tempos sombrios, mas se nos foi dado viver neste tempo, que vivamos com a dignidade que somente os seres livres podem ostentar.
Hoje são livres os que resistem!
Márcio Sotelo Felippe é pós-graduado em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo. Procurador do Estado, exerceu o cargo de Procurador-Geral do Estado de 1995 a 2000. Membro da Comissão da Verdade da OAB Federal
PLANO ROBERTO CLÁUDIO
"Pague tudo em 30/60/90/120 dias... ou a perder de vista. Nas melhores casas do ramo!"
RUTH ROCHA FALA NO RÁDIO!
"Autora com mais de 200 livros publicados hoje (25.03.) escreve suas obras à mão. Ruth Rocha, que se prepara para mais um lançamento, já vendeu mais de 40 milhões de exemplares." Aqui ela fala com Daniella de Lavor, da rádio Tribuna Band News FM (Fortaleza):
SOBRE QUEM SE ARMA...COM ÓDIO!
SOBRE Lula: "É um bobão, mitificado por fascistas/stalinistas/corruptos. Manda esse cancro fechar essa boca imunda!" É O NÍVEL dessa gente que vem pras redes sociais derramar ódio e infelicidade. Quando bastaria votar contra. E depois sair pra amar mais. Freud, volta. Mas tem que ser logo. Tá feia a coisa!
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EM PRIMEIRO LUGAR, NO TWITTER (HOJE X)
#CENSURA, NÃO, #NÃO MEXA NOS NOSSOS DIREITOS
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...





