segunda-feira, novembro 14, 2011

TWUITTADAS ALHEIAS, À BOCA DA NOITE

  Iran Ribeiro, empresário cearense 
  "Marcha Contra Corrupção de Fortaleza - Amanhã - 15/11/2011, às 15:00. Concentração no Centro Cultural Dragão do Mar."
  Ismael Furtado, Professor cearense



  "Fagner diz 'que Lula foi cafajeste e Ciro, otário.' Engana-se o único tucano que canta. Ciro foi vítima de sua própria desmedida ambição."

UM BOM TEXTO EM TRÊS TEMPOS: EDUARDO GALEANO EM "Caí no Mundo e Não Sei Voltar"



  O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…
Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
  E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!
  Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
  Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.
  O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os aparelhos de som uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades. (...)

  (Colaboração: Fernando Deda) 

  Imagem Ilustrativa do Google Imagens

UM BOM TEXTO EM TRÊS TEMPOS: EDUARDO GALEANO EM "Caí no Mundo e Não Sei Voltar"

  (...) Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez. Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!
  É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
  E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que havia em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.
  Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar. Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
  Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? O afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?
  Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.
  Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de … anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
  Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor…. É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com “guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa”, mudar para o “compre e jogue fora que já vem um novo modelo”.
  Troca-se de carro a cada três anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado… E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas… por amor de Deus!
  Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.
  E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.
  Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (porque éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.
Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular há poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
  Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos…
  Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.
  Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis.
  E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
  E as pilhas! As pilhas dos primeiros rádios Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais.
Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.
  Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.
  Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de copas".
  As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo. (...)

  (Uma colaboração do Prof. Fernando Deda, de Coreaú)

UM BOM TEXTO EM TRÊS TEMPOS - "Caí no Mundo e Não Sei Voltar"

   Coluna de Eduardo Galeano. Uma indicação de Fernando Deda

  "(...) Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

  E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.

  E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!

  Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

  Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.

Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.

Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.

Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue…"

   Leonardo Boff
   Em razão do meu “ciganismo intelectual” falando em muitos lugares e ambientes sobre um sem-número de temas que vão da espiritualidade à responsabilidade socioambiental, e até sobre a possibilidade do fim de nossa espécie, os organizadores, por deferência, costumam me convidar para um bom restaurante da cidade. Lógico, guardo a boa tradição franciscana e celebro os pratos com comentários laudatórios. Mas me sobra sempre pequeno amargor na boca, impedindo que o comer seja uma celebração. Lembro que a maioria das pessoas amigas não podem desfrutar destas comidas e  especialmente os milhões e milhões de famintos do mundo. Parece-me que lhes estou roubando a comida da boca. Como celebrar a generosidade dos amigos e da Mãe Terra  se, nas palavras de  Gandhi, “a fome é um insulto e a forma de violência mais assassina que existe”?  
      É neste contexto que me vêm à mente como consolo os botecos. Gosto de frequentá-los, pois aí posso comer sem má consciência. Eles se encontram em todo mundo, também nas comunidades pobres nas quais, por anos, trabalhei. Aí se vive uma real democracia: o boteco, ou o pé-sujo (o boteco de pessoas com menos poder aquisitivo), acolhe todo mundo. Pode-se encontrar lá tomando seu chope um professor universitário ao lado de um peão da construção civil, um ator de teatro na mesa com um malandro, até com um bêbado tomando seu traguinho. É só chegar, ir sentando e logo  gritar: “Me traga um chope estupidamente gelado”.  
         O boteco é mais que seu visual, com  azulejos de cores fortes, com  o santo protetor na parede, geralmente um Santo Antônio com o Menino Jesus, o símbolo do time de estimação e as propagandas coloridas de bebidas. O boteco é um estado de espírito, o lugar de encontro com os amigos e os vizinhos, da conversa fiada, da discussão sobre o último jogo de futebol, dos comentários da novela preferida, da crítica aos políticos e dos palavrões bem merecidos contra os corruptos. Todos logo se enturmam num espírito comunitário em estado nascente. Aqui ninguém é rico ou pobre. É simplesmente gente que se expressa como gente, usando a gíria popular. Há muito humor, piadas e bravatas. Às vezes, como em Minas, se improvisa até uma cantoria que alguém acompanha ao violão.  
         Ninguém repara nas condições gerais do balcão ou das mesinhas. O importante é que o copo esteja bem lavado e sem gordura, senão estraga o colarinho cremoso do chope que deve ter uns três dedos. Ninguém se incomoda com o chão e o estado do banheiro. Os nomes dos botecos são os mais diversos, dependendo da região do país. Pode ser a Adega da Velha, o Bar do Sacha, o boteco do Seo Gomes, o Bar do Giba, o Botequim do Joia, o Pavão Azul, a Confraria do Bode Cheiroso, a Casa Cheia e outros. Belo Horizonte é a cidade que  mais botecos possui, realizando até, cada ano, um concurso da melhor comida de boteco.  
       Os pratos também são variados, geralmente, elaborados a partir de receitas caseiras e regionais: a carne de sol do Nordeste, a carne de porco e o tutu de Minas. Os nomes são ingeniosos: “mexidoido chapado”, “porconóbis de sabugosa”, “costela de Adão” (costelinha de porco com mandioca), “torresminho de barriga”. Há um prato que aprecio sobremaneira, oferecido no Mercado Central de Belo Horizonte e que foi premiado num dos concursos: “bife de fígado acebolado com jiló”. Se depender de mim, este prato deverá constar no menu do banquete do Reino dos Céus que o Pai celeste vai oferecer aos bem-aventurados. 
        Se bem repararmos, o boteco desempenha uma função cidadã: dá aos frequentadores, especialmente aos mais assíduos, o sentimento de pertença à cidade ou ao bairro. Não havendo outros lugares de entretenimento  e de lazer, permite que as pessoas se encontrem, esqueçam seu status social e vivam uma igualdade, geralmente, negada no cotidiano.  
       Para mim, o boteco é uma metáfora da comensalidade sonhada por Jesus, lugar onde todos podem sentar à mesa e celebrar o convívio fraterno e fazer do comer uma comunhão. Para mim, também, é o lugar onde posso comer sem má consciência. Dedico este texto ao cartunista e amigo Jaguar, que aprecia botecos.
      INDICAÇÃO: ELITON MENESES

NÓS NO RÁDIO!



    Conversamos agora há pouco, no ar, com a apresentadora Alexandra Souza, da Rádio O Povo/ CBN. Obrigado a ela por tornar possível a difusão de nossas singelas ideias sobre formação de leitores. Na foto, Alexandra (à esquerda) aparece com convidados de outro momento do programa (Revista O Povo/ CBN) e a produtora Meirelene Freitas (em pé).

ERROS DA ESCOLA II

   No interior de São Paulo uma Professora passou como tarefa de casa a marcação de um encontro da aluna com um pedófilo, via internet. A menina (de 12 anos) deveria marcar um local, para que pudesse escontrar-se com o sujeito, para os devidos registros. Está no G1. Despreparo!

ERROS DA ESCOLA

  
  Horrorosa essa forma de abreviar Professor com um "Profo.", num masculino forçado à Professora (Profa.). Professora termina com "a"; Professor por sua vez tem "r" no seu final. E o pior de tudo: um equívoco crasso reproduzido pela escola! Por que não "Prof."?
   Se a moda pega, em breve teremos doutor (drº.) e doutora (drª.).

"CADA MACACO NO SEU GALHO!"



   Até gosto do posicionamento político dos grandes artistas, que acompanho. Desagrada-me a dissimulação de alguns. No entanto, o exagero... A última entrevista de Fagner poderia ter sido evitada. Prefiro o Raimundo de Orós cantando "Canteiros".

O AMOR TEM QUE SER ESCONDIDO!

  Vi hoje em frente ao rico Maraponga Mart Moda um bom carro, com os dizeres: "Meus Filhos, Minha Vida ...". Depois disso, vinha o nome dos dois herdeiros (as) do (a) proprietário (a) do veículo. Talvez, inconscientemente, a pessoa não saiba que está correndo perigo. Por aqui é normal os tais sequestros-relâmpagos. O amor publicizado aos filhos pode (ou não) gerar a cobiça de desalmados marginais. Na dúvida... eu optaria por dizer do meu amor... no pé da orelha...

OLHA O VELHO AÍ! À SOMBRA DO ESTADO LETÁRGICO, ELE CONSEGUE TER VIDA LONGA!

  "Jovem é preso com 96 frascos de lança-perfume, a caminho de Sobral". (Jangadeiro Online)

ALFABETIZAR É PRECISO!

 
No Dia Nacional da Alfabetização, parabéns aos Professores Alfabetizadores, que alfabetizam nossas crianças e aos que realfabetizam 28.000 analfabetos funcionais, que (ainda) existem, num País em que apenas 2% dos jovens querem ser Professores. Infelizmente!

"CÍCERO AGAAARRA A MARICOTA!"

  O bordão era do locutor José Maria Félix, na Rádio Educadora do Nordeste de Sobral, "a emissora da família católica sobralense", nos meus tempos de Araquém, e depois, Coreaú (sede). Zé Maria dividia minha predileção com o magistral Jorge Curi, da Globo Rio (ainda não conhecia Gomes Farias). Cícero era o goleiro do Guarany da Sobral. Hoje, sei pelo RM no Foco, que Zé Maria partiu desta vida. Ele que, ultimanente, vinha sofrendo ataques impiedosos de quem não simpatizava com suas ideias políticas. Como não as conheço, nem quero entrar no mérito, só desejo que ele descanse em paz... Félix lutou muito pelo futebol da Zona Norte! Que reconheçam isso!

domingo, novembro 13, 2011

ESSE ZÉ É UM DANADO!


   Zé chegou em casa com manchas de sal nos lombos. Tinha suado muito. Suado e pensado em... danações! Entrou em casa, pôs a enxada num canto e a cabaça num cambito e foi pra tina tomar banho. Depois do esfrega-esfrega, pôs Júlio César na radiola. Júlio atacou de "Tu". Zé olhou pra Maria, que olhou pro chão, com vergonha na cara (dos outros), que olhou pra José, que arregaçou:
 - Agora é tu!

  Imagem Ilustrativa do www.mirante1.wordpress.com

VOCÊ OUVE O QUÊ?



  Ouvindo as maravilhas musicais do anos 80, aqui na paralela, fico perguntando-me: por que se ouve tanto lixo musical nos dias de hoje, se a poesia existe e está acessível a todos!?

UM POUCO DA HISTÓRIA DO RESPEITADO IJF - CENTRO


   "A história do IJF remonta a década de 30, como Serviço de Pronto Socorro de Fortaleza, através de um convênio com a Santa Casa. Ainda na década de 30, o convênio é desfeito e a unidade passa a se chamar Assistência Pública de Fortaleza. O crescimento demográfico da década de 40 e a industrialização motivaram a primeira ampliação mais robusta do hospital. Em 1970, a Prefeitura de Fortaleza lhe concedeu o título de Autarquia e o Hospital passou a se chamar Instituto Dr. José Frota. Dr. José Frota foi um antigo diretor da instituição. A homenagem veio em forma de nome para o maior hospital do Ceará. Em 1993, o IJF é ampliado novamente. Desta vez, ele foi erguido verticalmente em 8 andares e contemplado com novos serviços. Em 2007, o IJF recebeu mais investimentos físicos, com ampliação da emergência, Centro de Queimados, UTI e novas salas cirúrgicas. (...)" (Do Twitter do IJF)

UMA CANÇÃO DO FÁBIO JR. - "QUANDO GIRA O MUNDO"

O RÁDIO QUE CORRE COM OS BONS!



   Gente boa do rádio, que não sabe vender propaganda ou não tem esquema ou apadrinhamento, está sofrendo no rádio da capital, sem prefixo ou fazendo bico! Grandes repórteres sendo subaproveitados! Tem que vender comercial, tem que bajular pra sobreviver!

EH, EH, "SEU" RENATO!



   Renato Roseno, entrevistado agora à noite pela TV O Povo, disse que "os maiores doadores da campanha política de Luizianne Lins foram os patrões da construção civil de Fortaleza." Ele convocou as pessoas a fazerem uma ruptura com esse modelo de fazer campanha política. Ih, como tá difícil!

  (Em parceria com o Twitter do repórter Oceli Lopes)

NOSSO POVO



   "Tire seu racismo do caminho que eu quero passar com minha cor!" (TWITTER)

MANCHÃO, O CRONISTA


  
  "Enquanto isso, nosso companheiro Benedito Gilson, o Manchão vai abrindo picada mata a dentro, em busca de imagens dos momentos históricos de nossa cidade. É o velho Manchão, o Leonardo Pildas das imagens. A cada nova foto, uma nova surpresa. O cabra não está pra conversa mole e nos presenteia diariamente com um vasto acervo de fotos, para o deleite dos saudosistas e, também, para a construção do conhecimento dos novos, que ainda nem existiam quando muitos desses clicks foram dados. Parabéns 'caboco!'. Vai em frente! Coreaú será grato a ti, por todo o sempre. Tenho dito... E sempre!!!"

  DO BLOGUE: Metendo a colher na conversa, queria dizer que o Manchão é o cronista imagístico da Palma de hoje. Suas fotos são autênticas e tem cheiro de povo. Aquele povo sempre esquecido pela crônica mais ligada à estética e ao glamour do poder, das entidades e da chamada "sociedade" dos escolhidos e "bem-nascidos".

COREAUSIARÁ: UM BLOGUE EM CONSTRUÇÃO!

   Este Blogue é passível de erros e equívocos! E esse moderador, aqui e na sala de aula, é doido por um errinho, para transformá-lo em aprendizagem. Assim, o que escrevemos aqui não é verdade absoluta! Longe disso! Desta forma, qualquer erro notado em nossa redação, pode acionar o coreausiara@yahoo.com.br. Agradeço as parcerias dos senhores Manuel de Jesus e Manchão, ambos da velha e querida PALMA.

  Nosso chouto segue em frente!

34

ATUALIZAÇÃO - 2