"Existirmos: A que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz, não se nos ilumina!
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Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida, era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuína cristalina, em Teresina!
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(...)." - Caetano Veloso, em "Cajuína", homenageando o amigo|parceiro
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