Passei 10 anos, na velha Palma (sede), quando ali cheguei, em 1979. E nessa estadia pude saber:
1. Das resenhas das madrugadas, nas padarias;
2. Do refresco de K-suco feito com água de sapos-cururus, vendido em uma bodega (Que maldade. O povo fala demais!);
3. Do roda-roda dos namorados, na Praça da Matriz;
4. Das animadas noitadas, no parque de diversão;
5. Das bem cuidadas tertúlias (os senhores pais, donos da pais onde se realizavam as festas tinham lá suas exigências, claro!);
5. Das discotecadas, da Discotek;
6. Dos bares mais descolados, inclusive de um cujo nome lembrava um cuidador de gado;
7. Dos banhos porretas na Barragem;
8. De uma negrinha pescadora, que parecia ter um pacto com as piabas;
9. Dos cabras que faziam mal às filhas alheias (rabos-de-burro);
10. Do prefeito que, por conta da cor morena, tinha o apelido de um famoso homossexual da capital!
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