Por Claudia Costin: "Durante anos, a Finlândia foi apresentada como modelo: autonomia, competências 'transferíveis', menor ênfase nos conteúdos e menos avaliações.
Mas seus resultados no PISA já vinham caindo, mesmo quando outros países tentavam imitá-la.
A reflexão do (jornal) Financial Times é interessante: pensamento crítico e criatividade não substituem o conhecimento; em grande medida, dependem dele.
O contraste com a Inglaterra e com reformas, como as do Mississippi, volta a colocar o foco no currículo, no ensino explícito e no rigor acadêmico."
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