Uma conhecida partiu há uns dois anos, vítima daquela doença; durante o processo de enfermidade rezou, guardou um dinheirinho, preparou a casa e uma igreja evangélica, para o velório (mesmo sendo católica); durante a maior parte do tempo, consolou os familiares sobre tudo o que vivia e não contrário; foi grandiosa até o final. Na minha fraqueza, admiro esse tipo de pessoa. São seres exemplares!
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