UM ESPAÇO PRA DEBATES SOBRE CULTURA E EDUCAÇÃO - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
domingo, junho 26, 2016
A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL...
Lembra a história do pai que abandona a família e muito tempo depois chega em casa alisando as costelas dos filhos (sambudos), pra saber como é que estão!
JÁ SONHEI...
Com uma fundação chamada Rio Coreaú, que estudasse, refletisse e pensasse o passado, o presente e o futuro do manancial palmense. Mas sonho é sonho...
LEMBRA OU NÃO VIDA DE PROFESSOR?
"A Fênix é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica dela era a força que a fazia transportar em voo cargas muito pesadas, havendo versões nas quais chega a carregar elefantes, podendo se transformar em uma ave de fogo. Teria penas brilhantes, douradas e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, Fênix vivia exatamente quinhentos anos. (...). No final de cada ciclo de vida, o pássaro queimava-se numa pira funerária. A vida longa e seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo de imortalidade e de renascimento espiritual. Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do deus Rá, ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.(...)". Wikipédia
PRESSÃO
O povo de Caruaru foi pra cima do Safadão (via redes sociais). Ele se acoelhou no palco e disse que vai doar o cachê de R$ 575 mil. O povo (daqui também) precisa aprender!
E TODOS CALAM!
OS JUROS do cartão de crédito somam quase 450% (por ano). E a indignação seletiva? Faz silêncio!
ESPERO QUE UM DIA...
...a banda de música de gosto duvidoso que se apresenta na inauguração daquele pedaço de rua toque pra ninguém. Espero!
sábado, junho 25, 2016
TENHO SAUDADE
Das bodegas interioranas, onde o copo com pinga era emborcado e a dose da malvada gerava uma cusparada no pé do balcão; da conversa ao pé da porta ou por cima da cerca (por onde também passava o sal ou umas colheres de café em pó); do preparo do roçado com aquele retirar a madeira e fazer aquele dispendioso aceiro; do ordenhar as vacas magras, roubando dos bezerros o pouco leite que elas tinham; da função do trabalho na enxada ou na foice e daquela prosa o dia todo; do almoçar ao redor do alguidar, todo mundo sentado no cabo da enxada; do preparo daquele cigarro fedorento e das baforadas homéricas que nos deixavam zonzos (parecia porre!); da conversa esticada à noite na calçada, tendo a lua como testemunha; da resenha do dia trazida por aquele vizinho do tipo " - Como vai, Zé? - Li jornal hoje não!"; daquela pratada de caldo de feijão, depois do prato principal, com a mãe sempre aconselhando: - Toma, que é pra ficar forte!; das estórias de trancoso, mais compridas que um dia de fome... Saudade!
CONTE OUTRA!
O programa - de letramento - estadual Paic, (acredite) copiado nacionalmente, virou panaceia pra governantes. É a nova maravilha do mundo. No entanto, a gente continua praticamente alfabetizando aluno que chega ao terceiro/quarto ano!
HUMOR(?)
Enviaram-me um link de um programa de humor (vá lá que seja!) de São Paulo. Lá pelas tantas, uma convidada, que se diz ex-professora, resolveu contar piadas de escolas. Olhou pra plateia e recomendou logo: - Sem cara de "coitadinha!". Passou!
Referia-se ao tempo em que foi professora.
Vou ser humorista. E sem texto. Tá fácil!
Referia-se ao tempo em que foi professora.
Vou ser humorista. E sem texto. Tá fácil!
ARTE SEM FRONTEIRAS
Esculturas de madeira surpreendentes. Do artista italiano Giuseppe Rumerio. Da página Arteide (Facebook)


sexta-feira, junho 24, 2016
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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Vou tentar em meus versos, (1) uma história aqui narrar, acontecida bem no passado, Que muito ouvi alguém contar, Da lenda de uma besta-lou...
