BLOGÃO DO 13 - Moderador: Prof. João Teles, (85) 985863910 (Fortaleza) - coreausiara@gmail.com - Leia e comente!
segunda-feira, março 20, 2017
DO PASSADO
SAUDADE
Dos bons contadores de história. Nos meus tempos de Araquém (Coreaú) existia muitos: Eugênio, Zé Pedro, Chico Gonçalo, Zé Joana (pai do Eugênio), Chicó Satiro, Miro Cassimiro, Coló Barbosa, Raimundo Amador...
Dos bons contadores de história. Nos meus tempos de Araquém (Coreaú) existia muitos: Eugênio, Zé Pedro, Chico Gonçalo, Zé Joana (pai do Eugênio), Chicó Satiro, Miro Cassimiro, Coló Barbosa, Raimundo Amador...
POR AQUI...
Escolas municipais sem vigilância. Professores assombrados. Há relatos que falam de que diretores estariam dormindo em escolas!
CONTINHO
Quando fui buscar água na cacimba vi um bando de ovelhas do outro lado do açude do Araquém, numa chocalhada sem fim. Iam empurrando-se rumo ao pasto, que começava a brolhar. Era tempo de babugens e os animais pareciam em festa. Uma tropa de jumentos levava roscas, bolachas sodas e esquecidos pro Arapá ou Saco (Tianguá). Um homem gritava, esbaforido, atrás dos jegues, que se acotovelavam já no início da parede do manancial. As ovelhas seguiam; os cordeirinhos berravam, exigindo proximidade das mães e, claro, mais carinho. Era o amanhecer (meio preguiçoso) na vila!
NA ACADEMIA...
Corpos bonitos, gente jovem, num frenético entra-e-sai. Máquinas giram. Telinhas piscam. Números mudam. Nos ouvidos de alguns um fonezinho ligado aos celulares. Todos se deixam ficar ali, naquele culto ao corpo. E vão e vão... Olho pro flanelógrafo. A refrega vai até 22:30h. Quando essa hora se aproxima os seres bombados começam a sair. E daí se dá, de novo, a embiricica de boas-noites mecânicos... anêmicos, sem graça... As tais pessoas devem ir todas pra casa... conversar COM NINGUÉM!
FIM DE SEMANA SANGRENTO
De novo. Tudo novamente. E o secretário de segurança (vá lá que seja!) com bravata. Oh, diá!
domingo, março 19, 2017
XILO DE J. BORGES
Citado por Ivan Maurício, jornalista, publicitário, escritor, desenhista e ativista cultural.
POESIA CASTREANA
AS DUAS FLORES
São duas flores unidas,
São duas rosas nascidas
Talvez no mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
São duas rosas nascidas
Talvez no mesmo arrebol,
Vivendo no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.
Unidas, bem como as penas
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.
Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.
Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!
Castro Alves, 1870
INTERVENÇÃO URBANA
Arte na grande caixa d'água, divisa Centro-Benfica (Fortaleza), perto da Faculdade de Direito da UFC. Artista: Robert Panda. Foto: Denister Castro, via Tribuna do Ceará:
LULA E DILMA NA PB
"Lula e Dilma chegam a Monteiro, na Paraíba com Ricardo Coutinho, governador da Paraíba."
Fotos de Ricardo Stuckert, via Jornalistas Livres
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LONGE DE MIM
Sempre condenei aqui a patrulha ideológica, o que é um absurdo. É uma tentativa de garrotear cada pessoa, pro latifúndio ideológico de algué...
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Via Rogério Cristino https://revistarba.org.br/3d-flip-book/rba-169/ (a partir da página 58!)
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